<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: 13.Poliamor</title>
	<atom:link href="http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm</link>
	<description>Um convite à reflexão sobre relacionamentos e sexualidade feminina</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Jun 2010 17:57:24 -0500</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-525</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:54:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-525</guid>
		<description>Laura, estamos em meio a um profundo processo de mudanças estruturais na célula da sociedade ocidental moderna: a família nuclear, composta por pai, mãe e filhos. Essa transformação começou há algumas décadas e não terminará tão cedo. A gradual entrada da mulher no mercado de trabalho e consequente possibilidade de se tornar financeiramente independente fizeram com que ela passasse a exigir direitos antes somente masculinos, inclusive ao prazer. Isso tem desestruturado a família patriarcal tradicional e a sociedade está repensando, silenciosamente, através de movimentos e iniciativas isoladas, a nova família. Em alguns países, gays já podem adotar crianças.
Não há como prever qual será o conceito de família daqui a 50 a 100 anos. No entanto, posso apostar que não será o mesmo de hoje. Os fundamentalistas, que não querem perder o domínio sobre os movimentos sociais, insistem na besteira de afirmar que o amor está acabando. Ele existia? Uma minoria da sociedade está cansada de viver um 
amor mentiroso e, naturalmente, já está em curso um movimento de busca da verdadeira intimidade baseada no respeito às individualidades.
Você tem razão. É muito complicado imaginar a questão dos filhos entre três ou mais pessoas morando na mesma casa, em função das prováveis implicações sociais para as crianças, HOJE. E se o inadmissível de hoje se tornar o normal de daqui a cinquenta anos, como vem ocorrendo? Porém, como eu já comentei, essa é apenas uma possibilidade do poliamor. Por hora, raciocine com uma simples relação de respeito entre duas pessoas, sem que se aglomerem debaixo do mesmo teto. Formações mais complexas virão naturalmente, com o tempo e à medida que as mais simples passarem a ser aceitas. Tente imaginar que o que existe hoje, em termos de família, será bem diferente daqui a décadas. Logo, se você começar a juntar idéias reinantes em décadas tão distantes (atualmente e daqui a 50 anos), um nó será atado em sua cabeça. Tenha a certeza de que, em 1910, um outro grupo de pensadores vanguardistas se fez perguntas similares, enquanto conversavam sobre questões extremamente polêmicas e inaceitáveis para a época: a mulher trabalhar fora, fumar o seu cigarro, tomar cerveja sozinha com amigas e, inclusive, gozar.
Resumindo, não se preocupe com a foto da situação atual. Veja-se em um filme e tenha a consciência de que ele é feito de quadros. Estamos vivendo apenas um deles. Viva, questione e faça escolhas conscientes, tendo a certeza de que tudo que vocês mulheres aceitarem ou ousarem nesse quadro de hoje, de alguma forma, refletirá nos livres-arbítrios de suas bisnetas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Laura, estamos em meio a um profundo processo de mudanças estruturais na célula da sociedade ocidental moderna: a família nuclear, composta por pai, mãe e filhos. Essa transformação começou há algumas décadas e não terminará tão cedo. A gradual entrada da mulher no mercado de trabalho e consequente possibilidade de se tornar financeiramente independente fizeram com que ela passasse a exigir direitos antes somente masculinos, inclusive ao prazer. Isso tem desestruturado a família patriarcal tradicional e a sociedade está repensando, silenciosamente, através de movimentos e iniciativas isoladas, a nova família. Em alguns países, gays já podem adotar crianças.<br />
Não há como prever qual será o conceito de família daqui a 50 a 100 anos. No entanto, posso apostar que não será o mesmo de hoje. Os fundamentalistas, que não querem perder o domínio sobre os movimentos sociais, insistem na besteira de afirmar que o amor está acabando. Ele existia? Uma minoria da sociedade está cansada de viver um<br />
amor mentiroso e, naturalmente, já está em curso um movimento de busca da verdadeira intimidade baseada no respeito às individualidades.<br />
Você tem razão. É muito complicado imaginar a questão dos filhos entre três ou mais pessoas morando na mesma casa, em função das prováveis implicações sociais para as crianças, HOJE. E se o inadmissível de hoje se tornar o normal de daqui a cinquenta anos, como vem ocorrendo? Porém, como eu já comentei, essa é apenas uma possibilidade do poliamor. Por hora, raciocine com uma simples relação de respeito entre duas pessoas, sem que se aglomerem debaixo do mesmo teto. Formações mais complexas virão naturalmente, com o tempo e à medida que as mais simples passarem a ser aceitas. Tente imaginar que o que existe hoje, em termos de família, será bem diferente daqui a décadas. Logo, se você começar a juntar idéias reinantes em décadas tão distantes (atualmente e daqui a 50 anos), um nó será atado em sua cabeça. Tenha a certeza de que, em 1910, um outro grupo de pensadores vanguardistas se fez perguntas similares, enquanto conversavam sobre questões extremamente polêmicas e inaceitáveis para a época: a mulher trabalhar fora, fumar o seu cigarro, tomar cerveja sozinha com amigas e, inclusive, gozar.<br />
Resumindo, não se preocupe com a foto da situação atual. Veja-se em um filme e tenha a consciência de que ele é feito de quadros. Estamos vivendo apenas um deles. Viva, questione e faça escolhas conscientes, tendo a certeza de que tudo que vocês mulheres aceitarem ou ousarem nesse quadro de hoje, de alguma forma, refletirá nos livres-arbítrios de suas bisnetas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: laura</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-524</link>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:08:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-524</guid>
		<description>Refletindo sobre o Poliamor, me deparei com outra situação. Pelo que estou lendo aqui e achando bastante interessante, as pessoas falam de amor entre várias pessoas, morando e partilhando umas das vidas das outras, sem fronteiras, sem ciúmes e sem preocupações com a sociedade. Mas daí me veio uma questão que ainda não foi abordada.... essa forma de amar, provavelmente só poderia ser vivida por pessoas livres de pensamento e de qualquer compromissos com a sociedade. E a questão de ter ou não ter filhos também já teria sido pré definidas.  Se fossem morar juntos dois ou mais casais, e estes tivessem filhos, certamente as crianças iam sofrer todos os tipos de preconceitos fora de casa.  Será que esse modelo seria bem mais tranqüilo de se viver somente por pessoas que não quisessem ter filhos ou  por quem já os tivessem em outros relacionamentos?  Acho que o poliamor já esta sendo vivido em muitos casos, porém não vivem na mesma casa, não dividem totalmente suas experiências uns com os outros, não estão  preparadas para sentar em uma mesa de bar onde  três, quatro ou cinco pessoas possam trocar olhares, carinhos ou somente conversar.....isso ainda choca, mesmo em mentes que aceitam bem a idéia, causa dor.  Esse modelo de amar é algo tão complexo, que fica restrito a ser falado...não podendo ser abordado tão abertamente nem mesmo com uma amiga muito próxima e que não faça parte dessa filosofia, porque aí  essas idéias e forma livre de viver tantos “amores”, passam a ser uma ameaça.  Se os homens falam de “traição” com facilidade e as mulheres não, tem a ver também com o fato de que as muitas das mulheres são inseguras, e se vivem em um relacionamento romântico e promissor, relacionar com mentes mais livres mesmo sendo de uma amiga  próxima passa a causar medo e insegurança, apesar de causar também desejos, inveja, tesão pela idéia etc. Entre outras palavras, podemos estar certos, de que tudo ainda é primário, podendo assim passar por reformas.....e a busca de um relacionamento perfeito continua....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Refletindo sobre o Poliamor, me deparei com outra situação. Pelo que estou lendo aqui e achando bastante interessante, as pessoas falam de amor entre várias pessoas, morando e partilhando umas das vidas das outras, sem fronteiras, sem ciúmes e sem preocupações com a sociedade. Mas daí me veio uma questão que ainda não foi abordada&#8230;. essa forma de amar, provavelmente só poderia ser vivida por pessoas livres de pensamento e de qualquer compromissos com a sociedade. E a questão de ter ou não ter filhos também já teria sido pré definidas.  Se fossem morar juntos dois ou mais casais, e estes tivessem filhos, certamente as crianças iam sofrer todos os tipos de preconceitos fora de casa.  Será que esse modelo seria bem mais tranqüilo de se viver somente por pessoas que não quisessem ter filhos ou  por quem já os tivessem em outros relacionamentos?  Acho que o poliamor já esta sendo vivido em muitos casos, porém não vivem na mesma casa, não dividem totalmente suas experiências uns com os outros, não estão  preparadas para sentar em uma mesa de bar onde  três, quatro ou cinco pessoas possam trocar olhares, carinhos ou somente conversar&#8230;..isso ainda choca, mesmo em mentes que aceitam bem a idéia, causa dor.  Esse modelo de amar é algo tão complexo, que fica restrito a ser falado&#8230;não podendo ser abordado tão abertamente nem mesmo com uma amiga muito próxima e que não faça parte dessa filosofia, porque aí  essas idéias e forma livre de viver tantos “amores”, passam a ser uma ameaça.  Se os homens falam de “traição” com facilidade e as mulheres não, tem a ver também com o fato de que as muitas das mulheres são inseguras, e se vivem em um relacionamento romântico e promissor, relacionar com mentes mais livres mesmo sendo de uma amiga  próxima passa a causar medo e insegurança, apesar de causar também desejos, inveja, tesão pela idéia etc. Entre outras palavras, podemos estar certos, de que tudo ainda é primário, podendo assim passar por reformas&#8230;..e a busca de um relacionamento perfeito continua&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-523</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 22:03:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-523</guid>
		<description>Concordo com você, Solange. Alguma sugestão baseada em fatos reais, sem fantasias e apostas baseadas em histórias de novelas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você, Solange. Alguma sugestão baseada em fatos reais, sem fantasias e apostas baseadas em histórias de novelas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-522</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 02:47:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-522</guid>
		<description>Poliamor, poligamia e tanta gente sem ninguém.Sozinhos.Solitários errantes neste mundo cheio de indivíduos.Indivíduos sem nenhum olhar mais profundo.
Só olhares.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poliamor, poligamia e tanta gente sem ninguém.Sozinhos.Solitários errantes neste mundo cheio de indivíduos.Indivíduos sem nenhum olhar mais profundo.<br />
Só olhares.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-521</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 02:25:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-521</guid>
		<description>Paulinha, muito interessante seu comentário, assim como sensata a decisão de vocês. Como eu já disse, reformar dá muito mais trabalho do que construir a partir da fundação. Meus aplausos também.

Bianca, vamos refletir sobre algo interessante. Eu considero o peso da palavra traição descabido, mas irei me ater a ela, neste comentário. Praticamente todos os homens, quando na situação de agentes, lidam muito bem com o que chamamos de traição. Do lado feminino, boa parte das mulheres está passando a lidar &quot;relativamente bem&quot; com ela, porém, dificilmente sem alguma culpa e com muito mais cuidados. Mas o fazem.
Imagine duas amigas que se encontram toda semana para tomar um chope e colocar as fofocas em dia.Se uma mulher casada chega para uma amiga de confiança  conta a(s) sua(s) aventura(s) sexual(is) com um ou mais amante(s), a outra, atentamente e excitada ouvirá e, se também tiver alguma para compartilhar, fará o mesmo. No final da conversa, ainda é possível que comentem: &quot;Não fizemos nada demais, pois provavelmente que eles fazem o mesmo.&quot;
Uma semana depois, as mesmas duas amigas se encontram e uma resolve se abrir: &quot;Contei para o meu marido que tenho um amante e que tenho desejos por outros homens&quot;. Resposta: &quot;Você enlouqueceu? Bateu a cabeça?&quot;
Conclusão: a mentira é factual, necessidade aceita e  institucionalizada em nossa sociedade. A verdade é loucura justificada pela célebre frase: &quot;O que os olhos não vêem o coração não sente.&quot;
No dia seguinte, diante da mais simples mentira, em seu trabalho, a que considerou a amiga louca proclama: &quot;Odeio mentiras!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulinha, muito interessante seu comentário, assim como sensata a decisão de vocês. Como eu já disse, reformar dá muito mais trabalho do que construir a partir da fundação. Meus aplausos também.</p>
<p>Bianca, vamos refletir sobre algo interessante. Eu considero o peso da palavra traição descabido, mas irei me ater a ela, neste comentário. Praticamente todos os homens, quando na situação de agentes, lidam muito bem com o que chamamos de traição. Do lado feminino, boa parte das mulheres está passando a lidar &#8220;relativamente bem&#8221; com ela, porém, dificilmente sem alguma culpa e com muito mais cuidados. Mas o fazem.<br />
Imagine duas amigas que se encontram toda semana para tomar um chope e colocar as fofocas em dia.Se uma mulher casada chega para uma amiga de confiança  conta a(s) sua(s) aventura(s) sexual(is) com um ou mais amante(s), a outra, atentamente e excitada ouvirá e, se também tiver alguma para compartilhar, fará o mesmo. No final da conversa, ainda é possível que comentem: &#8220;Não fizemos nada demais, pois provavelmente que eles fazem o mesmo.&#8221;<br />
Uma semana depois, as mesmas duas amigas se encontram e uma resolve se abrir: &#8220;Contei para o meu marido que tenho um amante e que tenho desejos por outros homens&#8221;. Resposta: &#8220;Você enlouqueceu? Bateu a cabeça?&#8221;<br />
Conclusão: a mentira é factual, necessidade aceita e  institucionalizada em nossa sociedade. A verdade é loucura justificada pela célebre frase: &#8220;O que os olhos não vêem o coração não sente.&#8221;<br />
No dia seguinte, diante da mais simples mentira, em seu trabalho, a que considerou a amiga louca proclama: &#8220;Odeio mentiras!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bianca</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-520</link>
		<dc:creator>Bianca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 22:16:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-520</guid>
		<description>Mto interessante esse texto, é algo o qual sempre tive curiosidade mas não tenho coragem de falar nisso por medo de preconceitos, justamente pq mtos amigos meus são conservadores. Sinceramente, já amei mais de uma pessoa ao mesmo tempo e eu me sentia confusa, é como se eu tivesse que preferir um ao outro, ou uma à outra, eu ainda fico confusa qto à isso, pq eu penso, q se eu visse essa pessoa com outra, eu acho q eu teria medo, que essa pessoa prefira a outra do que a mim sabe? Eu não sei, só sei q me sinto mto confusa qto à isso, acho q tem alguma coisa a ver com os valores pregados pela sociedade o qual ainda podem restar vestígios em mim. E tipo, será q todas as pessoas são assim e não percebem ou não aceitam por causa dos valores pregados pela sociedade ou nem todas se adaptam a essa forma de amor?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mto interessante esse texto, é algo o qual sempre tive curiosidade mas não tenho coragem de falar nisso por medo de preconceitos, justamente pq mtos amigos meus são conservadores. Sinceramente, já amei mais de uma pessoa ao mesmo tempo e eu me sentia confusa, é como se eu tivesse que preferir um ao outro, ou uma à outra, eu ainda fico confusa qto à isso, pq eu penso, q se eu visse essa pessoa com outra, eu acho q eu teria medo, que essa pessoa prefira a outra do que a mim sabe? Eu não sei, só sei q me sinto mto confusa qto à isso, acho q tem alguma coisa a ver com os valores pregados pela sociedade o qual ainda podem restar vestígios em mim. E tipo, será q todas as pessoas são assim e não percebem ou não aceitam por causa dos valores pregados pela sociedade ou nem todas se adaptam a essa forma de amor?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Thaís</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-519</link>
		<dc:creator>Thaís</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 21:28:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-519</guid>
		<description>A possibilidade de escolher, momentaneamente, entre a poligamia ou a monogamia, optar pelo parceiro primário, decidir e seguir um caminho que, atualmente, te faz mais feliz, ter o direito de proceder conforme te  pareça mais adequado no momento e poder voltar atrás, se necessário for...para mim Paulinha...também é liberdade.  
Estou feliz por vocês.
Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de escolher, momentaneamente, entre a poligamia ou a monogamia, optar pelo parceiro primário, decidir e seguir um caminho que, atualmente, te faz mais feliz, ter o direito de proceder conforme te  pareça mais adequado no momento e poder voltar atrás, se necessário for&#8230;para mim Paulinha&#8230;também é liberdade.<br />
Estou feliz por vocês.<br />
Beijos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulinha</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-518</link>
		<dc:creator>Paulinha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 13:53:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-518</guid>
		<description>Realmente um texto evocativo! Porém algo utópico para o meu atual momento de vida. Se já não fosse difícil o suficiente aprender a conviver e dividir com uma só pessoa, ainda decido me libertar das mentiras e restrições de um relacionamento tradicional abrindo-o de uma forma um tanto rápida e inconseqüente, porém sincera. Agora isso?! Realmente difícil, se não impossível, neste meu momento. 

Reconheço há muito a possibilidade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, já o faço desde muito nova. Lembro-me que desde o meu primeiro namorado me vejo inserida em triângulos, quadrados e...  Desde meu primeiro relacionamento ouvia a frase “Mas você gosta de ser a Dona Flor e seus dois maridos!”. Ria e não entendia muito bem o que queriam dizer, hoje muitas coisas começam a se esclarecer. Como convivi com isso?! Transformei grandes amores em maravilhosos amigos... Desta forma me mantinha fiel aos “preceitos católicos” da sociedade em que estou inserida. RS ;)

Entrei nos sites sugeridos e em muitos outros, sou um tanto obsessiva quando algo mexe comigo, e achei tudo ótimo, como já disse... Um maravilhoso sonho utópico para minha vida! E então me deparei com umas questões além das tradicionais como insegurança, términos anunciados e sociedade em que estamos inseridos, e decidi dividi-las com vocês.

 Como chegar a tal se nosso companheiro primário não está preparado, ou talvez nunca esteja? Arranjar outro é a primeira solução que me aparece, mas se ele for quem realmente amamos e desejamos dividir a vida neste momento? Será que não vale à pena deixar o sonho utópico de lado e viver a realidade dentro de suas inúmeras limitações?! Quem sabe mais a frente, com paciência e alguns empurrões, as mentes se encontrem...

Como lidar com a possibilidade de nosso companheiro primário se envolver com uma pessoa com quem simplesmente não conseguimos lidar, não por uma questão de ciúmes, mas sim por ser alguém com quem não teríamos nem um relacionamento laborativo superficial?! Uma pessoa da qual não confiamos na ética, com cuidado sempre, é lógico, para não confundir moral com ética. 

Enfim, tenho plena noção que todos esses questionamentos só poderiam ser resolvidos com o famoso trinômio que tanto falamos em todos os comentários “permissão, comunicação e sinceridade”.
 
Porém ainda sinto-me muito presa a famosa frase piegas “Tu és responsável por aqueles que cativa.” Afinal de contas ser livre é infinitamente mais fácil quando não temos compromisso, cuidado e fidelidade, no sentido mais amplo possível e não no tradicional - acho que já me conhecem o suficiente para saber de que estou falando :), com outro individuo. 

É preciso sempre colocar na balança o que sentimos, queremos e o que é possível naquele momento. Por isso que neste atual momento estou numa relação monogâmica, sem as liberdades ditas pelo nosso administrador, porém por opção conjunta. 

Parabéns aos que já estão no caminho, minha sincera admiração!!! :D

Beijoca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente um texto evocativo! Porém algo utópico para o meu atual momento de vida. Se já não fosse difícil o suficiente aprender a conviver e dividir com uma só pessoa, ainda decido me libertar das mentiras e restrições de um relacionamento tradicional abrindo-o de uma forma um tanto rápida e inconseqüente, porém sincera. Agora isso?! Realmente difícil, se não impossível, neste meu momento. </p>
<p>Reconheço há muito a possibilidade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, já o faço desde muito nova. Lembro-me que desde o meu primeiro namorado me vejo inserida em triângulos, quadrados e&#8230;  Desde meu primeiro relacionamento ouvia a frase “Mas você gosta de ser a Dona Flor e seus dois maridos!”. Ria e não entendia muito bem o que queriam dizer, hoje muitas coisas começam a se esclarecer. Como convivi com isso?! Transformei grandes amores em maravilhosos amigos&#8230; Desta forma me mantinha fiel aos “preceitos católicos” da sociedade em que estou inserida. RS <img src='http://elanuaecrua.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Entrei nos sites sugeridos e em muitos outros, sou um tanto obsessiva quando algo mexe comigo, e achei tudo ótimo, como já disse&#8230; Um maravilhoso sonho utópico para minha vida! E então me deparei com umas questões além das tradicionais como insegurança, términos anunciados e sociedade em que estamos inseridos, e decidi dividi-las com vocês.</p>
<p> Como chegar a tal se nosso companheiro primário não está preparado, ou talvez nunca esteja? Arranjar outro é a primeira solução que me aparece, mas se ele for quem realmente amamos e desejamos dividir a vida neste momento? Será que não vale à pena deixar o sonho utópico de lado e viver a realidade dentro de suas inúmeras limitações?! Quem sabe mais a frente, com paciência e alguns empurrões, as mentes se encontrem&#8230;</p>
<p>Como lidar com a possibilidade de nosso companheiro primário se envolver com uma pessoa com quem simplesmente não conseguimos lidar, não por uma questão de ciúmes, mas sim por ser alguém com quem não teríamos nem um relacionamento laborativo superficial?! Uma pessoa da qual não confiamos na ética, com cuidado sempre, é lógico, para não confundir moral com ética. </p>
<p>Enfim, tenho plena noção que todos esses questionamentos só poderiam ser resolvidos com o famoso trinômio que tanto falamos em todos os comentários “permissão, comunicação e sinceridade”.</p>
<p>Porém ainda sinto-me muito presa a famosa frase piegas “Tu és responsável por aqueles que cativa.” Afinal de contas ser livre é infinitamente mais fácil quando não temos compromisso, cuidado e fidelidade, no sentido mais amplo possível e não no tradicional &#8211; acho que já me conhecem o suficiente para saber de que estou falando <img src='http://elanuaecrua.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , com outro individuo. </p>
<p>É preciso sempre colocar na balança o que sentimos, queremos e o que é possível naquele momento. Por isso que neste atual momento estou numa relação monogâmica, sem as liberdades ditas pelo nosso administrador, porém por opção conjunta. </p>
<p>Parabéns aos que já estão no caminho, minha sincera admiração!!! <img src='http://elanuaecrua.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Beijoca</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-515</link>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 21:01:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-515</guid>
		<description>Olá...

Frank, tenha certeza -assim como tenho- de que é possivel sim encontrar e sem procurar, pessoas que pensem genuinamente assim, como disse. E &quot;nossa&quot; tendência é cada vez mais e com menos dificuldade encontrá-las...como agora &quot;nos&quot; encontramos, por exemmplo!:) 

Fiquei -e talvez os demais participantes aqui também tenham ficado- curiosa a seu respeito, conte-nos mais...por favor. Participando mais do blog e nos &quot;envolvendo&quot; em suas &quot;idéias&quot; de lunático...rs

Sou do interior de São Paulo e não faço idéia de onde você, Frank, seja...de repente, a &quot;Pensão da Paula&quot;(rs) pode estar mais perto do que se imagina!! rs

PS: Thaís...foi legal dar um nome ao &quot;nosso&quot; Lar dos  Poliamorista, mas, precisamos mudá-lo...rs

Beijoca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá&#8230;</p>
<p>Frank, tenha certeza -assim como tenho- de que é possivel sim encontrar e sem procurar, pessoas que pensem genuinamente assim, como disse. E &#8220;nossa&#8221; tendência é cada vez mais e com menos dificuldade encontrá-las&#8230;como agora &#8220;nos&#8221; encontramos, por exemmplo!:) </p>
<p>Fiquei -e talvez os demais participantes aqui também tenham ficado- curiosa a seu respeito, conte-nos mais&#8230;por favor. Participando mais do blog e nos &#8220;envolvendo&#8221; em suas &#8220;idéias&#8221; de lunático&#8230;rs</p>
<p>Sou do interior de São Paulo e não faço idéia de onde você, Frank, seja&#8230;de repente, a &#8220;Pensão da Paula&#8221;(rs) pode estar mais perto do que se imagina!! rs</p>
<p>PS: Thaís&#8230;foi legal dar um nome ao &#8220;nosso&#8221; Lar dos  Poliamorista, mas, precisamos mudá-lo&#8230;rs</p>
<p>Beijoca</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lola</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/13-poliamor.htm/comment-page-1#comment-514</link>
		<dc:creator>Lola</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 20:59:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=722#comment-514</guid>
		<description>Oi! Passei por aqui rapidinho (estou muito sem tempo agora), só pra dizer que gostei do que li. Abração, e prazer em te conhecer!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi! Passei por aqui rapidinho (estou muito sem tempo agora), só pra dizer que gostei do que li. Abração, e prazer em te conhecer!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
