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	<title>Comentários sobre: 1.Amor infinito?</title>
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	<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm</link>
	<description>Um convite à reflexão sobre relacionamentos e sexualidade feminina</description>
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		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-125</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:33:40 +0000</pubDate>
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		<description>Uma pessoa pode despertar um amor infinito,um amor profundo, intenso em mim,e não conseguir explicar, não saber de onde veio tantas emoções, sentimentos, tantos desejos .É como uma música sublime, uma comida feita com muito cuidado e elaboração, admirar uma pintura genial, ler um livro instigante, descobrir um fórmula matemática e ao mesmo tempo é algo tão simples.Num momento , nasce, no outro, morre.O amor é assim como a vida e a morte.Mas eterno ficará nas minhas lembranças , imagens e em alguma outra oportunidade, quem sabe,retornar a tê-lo de novo no coração, na alma e no corpo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa pode despertar um amor infinito,um amor profundo, intenso em mim,e não conseguir explicar, não saber de onde veio tantas emoções, sentimentos, tantos desejos .É como uma música sublime, uma comida feita com muito cuidado e elaboração, admirar uma pintura genial, ler um livro instigante, descobrir um fórmula matemática e ao mesmo tempo é algo tão simples.Num momento , nasce, no outro, morre.O amor é assim como a vida e a morte.Mas eterno ficará nas minhas lembranças , imagens e em alguma outra oportunidade, quem sabe,retornar a tê-lo de novo no coração, na alma e no corpo.</p>
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		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-86</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:38:50 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Tarde,

Realmente o relacionamente entre duas pessoas é cheio de  tramas , nuanças que muitas vezes nos perdemos no caminho, ainda mais se a pessoa é bem mais autêntica como você ressaltou e expressou muito bem.Envolve tantas coisas no meio de tudo isso, há a cultura, a época, a educação recebida em casa e a própria pessoa com sua individualidade e maneira de sentir e ver a vida.Não é fácil mesmo.E acho que podemos encher páginas e mais páginas e não chegar a nenhum caminho certo , seguro para todos de forma igual e sem sofrimento.Cada um tem que encontrar a sua felicidade, seu amor a sua maneira e não entrar num caminho porque todos entram e não é o que você sente profundamente.E nisso concordo contigo, não é fácil desnudar a alma para alguém, se não conseguimos desnudar nem para nós mesmos.Ainda mais que tudo contribua para que nos sintamos  tolhidos para essa busca.Hoje com  os problemas sociais desde da pobreza, insegurança quanto ao futuro, desemprego, violência urbana , as pessoas talvez procurem sair um pouco da linha liberal, autêntica , procurem relações mais estaveis e seguras. Sinto um conservadorismo no ar, temos todos os caminhos, temos toda a liberdade de falar sobre tudo mas continuamos tão hipócritas, conservadores, tirando às exceções, tolhidos nas escolhas e atos sempre cuidando para não ser excluído do grupo, temos liberdade mas até um certo ponto.E sem liberdade para se descobrir como as pessoas podem dizer , sou feliz, sou livre, sei o que é o amor, sei amar?
E isso é ainda mais acentuado em culturas que são muito conservadoras, onde todos tem que andar do mesmo jeito , ter um emprego tradicional, casar e ter filhos.Sinto atualmente as coisas não fluirem , as pessoas continuam interpretando papéis, uma superficialidade , posso estar sendo pessimista em achar assim até pode ser , mas num mundo onde não há reflexão, não se Lê mais , não se estuda mais por prazer mas sim para ter uma profissão para que esteja garantido um emprego, segurança diante do futuro não é de se espantar que as pessoas se tornem mais superficiais , insensíveis e imediatistas.
Não acho que a única saída das pessoas seja o casamento, nesse modelo tradicional, não dizendo com isso que não haja encontros com as pessoas, amor, amizades, uniões mas não com o peso como ainda enxergamos a relação a dois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Tarde,</p>
<p>Realmente o relacionamente entre duas pessoas é cheio de  tramas , nuanças que muitas vezes nos perdemos no caminho, ainda mais se a pessoa é bem mais autêntica como você ressaltou e expressou muito bem.Envolve tantas coisas no meio de tudo isso, há a cultura, a época, a educação recebida em casa e a própria pessoa com sua individualidade e maneira de sentir e ver a vida.Não é fácil mesmo.E acho que podemos encher páginas e mais páginas e não chegar a nenhum caminho certo , seguro para todos de forma igual e sem sofrimento.Cada um tem que encontrar a sua felicidade, seu amor a sua maneira e não entrar num caminho porque todos entram e não é o que você sente profundamente.E nisso concordo contigo, não é fácil desnudar a alma para alguém, se não conseguimos desnudar nem para nós mesmos.Ainda mais que tudo contribua para que nos sintamos  tolhidos para essa busca.Hoje com  os problemas sociais desde da pobreza, insegurança quanto ao futuro, desemprego, violência urbana , as pessoas talvez procurem sair um pouco da linha liberal, autêntica , procurem relações mais estaveis e seguras. Sinto um conservadorismo no ar, temos todos os caminhos, temos toda a liberdade de falar sobre tudo mas continuamos tão hipócritas, conservadores, tirando às exceções, tolhidos nas escolhas e atos sempre cuidando para não ser excluído do grupo, temos liberdade mas até um certo ponto.E sem liberdade para se descobrir como as pessoas podem dizer , sou feliz, sou livre, sei o que é o amor, sei amar?<br />
E isso é ainda mais acentuado em culturas que são muito conservadoras, onde todos tem que andar do mesmo jeito , ter um emprego tradicional, casar e ter filhos.Sinto atualmente as coisas não fluirem , as pessoas continuam interpretando papéis, uma superficialidade , posso estar sendo pessimista em achar assim até pode ser , mas num mundo onde não há reflexão, não se Lê mais , não se estuda mais por prazer mas sim para ter uma profissão para que esteja garantido um emprego, segurança diante do futuro não é de se espantar que as pessoas se tornem mais superficiais , insensíveis e imediatistas.<br />
Não acho que a única saída das pessoas seja o casamento, nesse modelo tradicional, não dizendo com isso que não haja encontros com as pessoas, amor, amizades, uniões mas não com o peso como ainda enxergamos a relação a dois.</p>
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		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-83</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:48:35 +0000</pubDate>
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		<description>Solange, você foi perfeita em sua colocação e dúvida. Acabou de entrar na essência da questão. Ela foi abordada neste artigo &quot;Amor infinito?&quot;. Mas vamos resumi-la. Você só conhecerá o cerne, a essência, o lado instintivo do parceiro, o que realmente lhe dá prazer, o que o deixa indiferente e o que deixa insatisfeito e o angustia, se ele colocar sua alma na mesa, desde os primeiros momentos da aproximação. E vice-versa. Porém, as práticas românticas que têm sido passadas de geração em geração não permitem que as pessoas sejam autênticas. Vivemos no mundo do faz de conta, onde o  importante é atender expectativas, ser aceito, estar apaixonado, ser monogâmico, casar, ser mãe e pai e ter um casamento normalzinho e eterno. Qualquer comportamento ou opção que fuja dessa normalidade nos torna alvos de julgamentos externos e dos nossos próprios juízos interiores, jogando muitas pessoas (mulheres, principalmente) nos espaços terapêuticos.
Não concordo com a &quot;verdade universal&quot; que diz que podemos viver décadas com uma pessoa e não a conheceremos. Isso é o que, realmente, ocorre na prática, devido à cultura romântica, que possui como mentores a igreja e o machismo. Em uma semana de conversas você pode conhecer alguém profundamente e muito mais do que em uma vida inteira de relacionamento com outro. Isso acontece quando o primeiro, apesar de interessado em você, está nada preocupado com o que você espera dele. Sua única preocupação é não deixar de ser livre e autêntico. E acredite: isso funciona; é bem prático e o vivo. Não é nada difícil, contanto que ambos desnudem suas almas. Porém, paga-se - principalmente a mulher - um preço pela prática dessa filosofia, pois ela assusta e não é aceita pela sociedade, que prefere viver na mentira. Sem contar que não é nada fácil encontrar parceiros que compartilhem essa idéia. Mas é perfeitamente possível. Posso lhe garantir que é uma experiência maravilhosa. Cria-se um relacionamento leve, onde se ama do mesmo jeito, dá-se carinho, mas sem posse, sem mágoas e frustrações posteriores. Descobre-se um outro tipo de romance, infinitamente mais verdadeiro.
Para fechar, atualmente, eu tenho aberto mão de dar nome aos sentimentos. Tenho abstraído de falar e ouvir declarações de sentimentos. Estes são variáveis, complexos, subjetivos, inexplicáveis, mutáveis e fugazes demais para os reduzirmos a gostar, paixão e amor. Tenho praticado a comunicação dos sentimentos através de gestos, expressões, olhares, toques, respirações e arrepios. Eles funcionam perfeitamente e não mentem, não permitem que o outro se engane ou se iluda. Estou descobrindo que, em relacionamentos, traduzir sensações em palavras apenas estraga a comunicação. No meu caso, &quot;Estou com saudade&quot; e &quot;Te quero&quot; são mais do que suficientes. No mais, deixe o corpo falar. Se não sabemos o que é, se não se define, uma sensação que fazemos de tudo para crer que seja &quot;amor&quot; não precisa e não deve ser anunciada... basta que seja sentida. Precisamos parar com esse equívoco secular de amar estar amando. Precisamos aprender a amar o ser. E este só será amado - acabo tendo que dar nome - de verdade se o seu âmago/cerne for conhecido.
Essa filosofia garante o cumprimento do &quot;até que a morte nos separe&quot;? De forma alguma. Apenas garante qualidade no relacionamento e não agressões ao &quot;eu&quot; de cada um, enquanto durar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Solange, você foi perfeita em sua colocação e dúvida. Acabou de entrar na essência da questão. Ela foi abordada neste artigo &#8220;Amor infinito?&#8221;. Mas vamos resumi-la. Você só conhecerá o cerne, a essência, o lado instintivo do parceiro, o que realmente lhe dá prazer, o que o deixa indiferente e o que deixa insatisfeito e o angustia, se ele colocar sua alma na mesa, desde os primeiros momentos da aproximação. E vice-versa. Porém, as práticas românticas que têm sido passadas de geração em geração não permitem que as pessoas sejam autênticas. Vivemos no mundo do faz de conta, onde o  importante é atender expectativas, ser aceito, estar apaixonado, ser monogâmico, casar, ser mãe e pai e ter um casamento normalzinho e eterno. Qualquer comportamento ou opção que fuja dessa normalidade nos torna alvos de julgamentos externos e dos nossos próprios juízos interiores, jogando muitas pessoas (mulheres, principalmente) nos espaços terapêuticos.<br />
Não concordo com a &#8220;verdade universal&#8221; que diz que podemos viver décadas com uma pessoa e não a conheceremos. Isso é o que, realmente, ocorre na prática, devido à cultura romântica, que possui como mentores a igreja e o machismo. Em uma semana de conversas você pode conhecer alguém profundamente e muito mais do que em uma vida inteira de relacionamento com outro. Isso acontece quando o primeiro, apesar de interessado em você, está nada preocupado com o que você espera dele. Sua única preocupação é não deixar de ser livre e autêntico. E acredite: isso funciona; é bem prático e o vivo. Não é nada difícil, contanto que ambos desnudem suas almas. Porém, paga-se &#8211; principalmente a mulher &#8211; um preço pela prática dessa filosofia, pois ela assusta e não é aceita pela sociedade, que prefere viver na mentira. Sem contar que não é nada fácil encontrar parceiros que compartilhem essa idéia. Mas é perfeitamente possível. Posso lhe garantir que é uma experiência maravilhosa. Cria-se um relacionamento leve, onde se ama do mesmo jeito, dá-se carinho, mas sem posse, sem mágoas e frustrações posteriores. Descobre-se um outro tipo de romance, infinitamente mais verdadeiro.<br />
Para fechar, atualmente, eu tenho aberto mão de dar nome aos sentimentos. Tenho abstraído de falar e ouvir declarações de sentimentos. Estes são variáveis, complexos, subjetivos, inexplicáveis, mutáveis e fugazes demais para os reduzirmos a gostar, paixão e amor. Tenho praticado a comunicação dos sentimentos através de gestos, expressões, olhares, toques, respirações e arrepios. Eles funcionam perfeitamente e não mentem, não permitem que o outro se engane ou se iluda. Estou descobrindo que, em relacionamentos, traduzir sensações em palavras apenas estraga a comunicação. No meu caso, &#8220;Estou com saudade&#8221; e &#8220;Te quero&#8221; são mais do que suficientes. No mais, deixe o corpo falar. Se não sabemos o que é, se não se define, uma sensação que fazemos de tudo para crer que seja &#8220;amor&#8221; não precisa e não deve ser anunciada&#8230; basta que seja sentida. Precisamos parar com esse equívoco secular de amar estar amando. Precisamos aprender a amar o ser. E este só será amado &#8211; acabo tendo que dar nome &#8211; de verdade se o seu âmago/cerne for conhecido.<br />
Essa filosofia garante o cumprimento do &#8220;até que a morte nos separe&#8221;? De forma alguma. Apenas garante qualidade no relacionamento e não agressões ao &#8220;eu&#8221; de cada um, enquanto durar.</p>
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		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-82</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 10:56:04 +0000</pubDate>
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		<description>O que justifica uma separação é não conhecer o cerne do parceiro,  muito interessante isso o que vc disse, mas acho que a questão não é nem não conhecer o cerne do parceiro, a questão é não conhecer o próprio cerne.
O cerne do outro não importa, o importante é se conhecer.E se conhecer não é uma tarefa  nada fácil para ninguém , é toda uma existência e olhe lá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que justifica uma separação é não conhecer o cerne do parceiro,  muito interessante isso o que vc disse, mas acho que a questão não é nem não conhecer o cerne do parceiro, a questão é não conhecer o próprio cerne.<br />
O cerne do outro não importa, o importante é se conhecer.E se conhecer não é uma tarefa  nada fácil para ninguém , é toda uma existência e olhe lá.</p>
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	<item>
		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-81</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 10:21:33 +0000</pubDate>
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		<description>E o que é o cerne do parceiro, poderia me explicar?
Acho que foi o que eu quis dizer o tempo todo mas não consegui me expressar direito em palavras.Quis dizer que duas pessoas que realmente se amam ou gostam de estar juntas  ultrapassam essas picuinhas tão banais, vão além dos defeitos e qualidades(características).
No momento que deixam de gostar um do outro ou a relação está desgastada , essas caracteristicas se tornam muito salientes.
Ainda acho que o amor é algo ainda não muito bem entendido no sentido teórico que me refiro,por mais que poetas,escritores e filósofos tenham se debruçado sobre ele para definí-lo.Amor infinito é uma expressão que poetas e pessoas românticas gostam de expressar quando sentem esse amor dentro delas, mas certamente não querem dizer que irão amar infinitamente somente uma pessoa  a vida toda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o que é o cerne do parceiro, poderia me explicar?<br />
Acho que foi o que eu quis dizer o tempo todo mas não consegui me expressar direito em palavras.Quis dizer que duas pessoas que realmente se amam ou gostam de estar juntas  ultrapassam essas picuinhas tão banais, vão além dos defeitos e qualidades(características).<br />
No momento que deixam de gostar um do outro ou a relação está desgastada , essas caracteristicas se tornam muito salientes.<br />
Ainda acho que o amor é algo ainda não muito bem entendido no sentido teórico que me refiro,por mais que poetas,escritores e filósofos tenham se debruçado sobre ele para definí-lo.Amor infinito é uma expressão que poetas e pessoas românticas gostam de expressar quando sentem esse amor dentro delas, mas certamente não querem dizer que irão amar infinitamente somente uma pessoa  a vida toda.</p>
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	<item>
		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-80</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:35:22 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;... o amor é algo que muitas vezes não nos deixa enxergar a realidade, o que a outra pessoa é de verdade, mas também não podemos deixar de ver como as pessoas quando se gostam profundamente amam as qualidades e defeitos um do outro , não querendo que o outro seja como ela acha ser o correto só para agradá-la.&quot;
Solange, existe uma forma de evitar ou, no mínimo, amenizar bastante essa visão turva do outro... e isso escrevi no artigo: primeiro o real conhecimento do cerne do outro... depois, caso concordem, cria-se o romance com características inerentes somente aos dois... aí haverá um romantismo sim, mas descolado do modelo que, infelizmente, passam-nos. Depois disso, &quot;pode surgir&quot; um amor verdadeiro, livre dos preconceitos, das máscaras, com reais admirações. Defeitos só existem nas relações românticas... nas verdadeiras existem características.. aceitas ou não. Nesse romantismo tradicional que conhecemos, os únicos defeitos que conhecemos, depois de anos de relação, é se o outro ronca, se peida, onde joga as cuecas e calcinhas, como aperta o creme dental, como ela age durante a TPM, etc... coisas banais que nunca justificam de verdade uma separação. O que justifica uma separação é não conhecer o cerne do parceiro, e não o dia-a-dia dele. E é exatamente essa essência que é tão desconhecida entre os casais... principalmente nas mulheres... o chamado &quot;misterioso universo feminino&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230; o amor é algo que muitas vezes não nos deixa enxergar a realidade, o que a outra pessoa é de verdade, mas também não podemos deixar de ver como as pessoas quando se gostam profundamente amam as qualidades e defeitos um do outro , não querendo que o outro seja como ela acha ser o correto só para agradá-la.&#8221;<br />
Solange, existe uma forma de evitar ou, no mínimo, amenizar bastante essa visão turva do outro&#8230; e isso escrevi no artigo: primeiro o real conhecimento do cerne do outro&#8230; depois, caso concordem, cria-se o romance com características inerentes somente aos dois&#8230; aí haverá um romantismo sim, mas descolado do modelo que, infelizmente, passam-nos. Depois disso, &#8220;pode surgir&#8221; um amor verdadeiro, livre dos preconceitos, das máscaras, com reais admirações. Defeitos só existem nas relações românticas&#8230; nas verdadeiras existem características.. aceitas ou não. Nesse romantismo tradicional que conhecemos, os únicos defeitos que conhecemos, depois de anos de relação, é se o outro ronca, se peida, onde joga as cuecas e calcinhas, como aperta o creme dental, como ela age durante a TPM, etc&#8230; coisas banais que nunca justificam de verdade uma separação. O que justifica uma separação é não conhecer o cerne do parceiro, e não o dia-a-dia dele. E é exatamente essa essência que é tão desconhecida entre os casais&#8230; principalmente nas mulheres&#8230; o chamado &#8220;misterioso universo feminino&#8221;.</p>
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		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-79</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:30:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=223#comment-79</guid>
		<description>Talvez realmente o que eu escrevi tenha sido simplista demais,até concordo contigo neste aspecto, mas é como eu sinto o amor, a felicidade , a relação a dois, vejo que o amor não tem hora para acontecer, acontece e de repente quando menos esperamos , vupt , estamos apaixonados por alguém.E quando a paixão é reciproca melhor ainda, sentimos uma aura ao redor dos amantes, algo que esta os unindo.O amor , na minha visão, é algo muito mais profundo, mais complexo, neste sentido que eu me referi, no sentido das teorias.Se ficarmos no plano da teoria, analisando, o que é bom essa troca de ideias, de reflexões , de como outras pessoas enxergam o amor, a relação entre duas pessoas , relatando suas experiências , acho que isso é muito mais rico do que ficarmos tentando interpretar,tentando colocar no papel o que pensamos ser mais útil, mais certo para outras pessoas se uma relação dará certo ou não, não sei, o amor é algo incerto mesmo, o amor é algo que muitas vezes não nos deixa enxergar a realidade, o que a outra pessoa é de verdade, mas também não podemos deixar de ver  como as  pessoas quando se  gostam profundamente  amam as qualidades e defeitos  um do outro , não querendo que o outro seja como ela acha ser o correto só para agradá-la.Hoje em dia há muita impaciência, parece que logo que entram na relação se ela não está parecida com o filme tal,a novela tal, a propaganda tal, não reproduz o que vimos nos filmes , lemos nos livros o amor não existe, estamos infelizes, o outro é chato, enfadonho, a outra é chata, manhosa, mimada, enfim , todo mundo fica intolerante, raivosos na primeira máscara que caia do outro.Simplista ou não , não sei, até pode ser, já que o amor e a vida são tão complexos , tão sem sentido, surge num instante , no outro acaba, como a vida, num momento surge uma vida, no momento morre uma vida.Amor e vida.Não , o amor é muito mais o que pensamos ou tentamos saber e interpretar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez realmente o que eu escrevi tenha sido simplista demais,até concordo contigo neste aspecto, mas é como eu sinto o amor, a felicidade , a relação a dois, vejo que o amor não tem hora para acontecer, acontece e de repente quando menos esperamos , vupt , estamos apaixonados por alguém.E quando a paixão é reciproca melhor ainda, sentimos uma aura ao redor dos amantes, algo que esta os unindo.O amor , na minha visão, é algo muito mais profundo, mais complexo, neste sentido que eu me referi, no sentido das teorias.Se ficarmos no plano da teoria, analisando, o que é bom essa troca de ideias, de reflexões , de como outras pessoas enxergam o amor, a relação entre duas pessoas , relatando suas experiências , acho que isso é muito mais rico do que ficarmos tentando interpretar,tentando colocar no papel o que pensamos ser mais útil, mais certo para outras pessoas se uma relação dará certo ou não, não sei, o amor é algo incerto mesmo, o amor é algo que muitas vezes não nos deixa enxergar a realidade, o que a outra pessoa é de verdade, mas também não podemos deixar de ver  como as  pessoas quando se  gostam profundamente  amam as qualidades e defeitos  um do outro , não querendo que o outro seja como ela acha ser o correto só para agradá-la.Hoje em dia há muita impaciência, parece que logo que entram na relação se ela não está parecida com o filme tal,a novela tal, a propaganda tal, não reproduz o que vimos nos filmes , lemos nos livros o amor não existe, estamos infelizes, o outro é chato, enfadonho, a outra é chata, manhosa, mimada, enfim , todo mundo fica intolerante, raivosos na primeira máscara que caia do outro.Simplista ou não , não sei, até pode ser, já que o amor e a vida são tão complexos , tão sem sentido, surge num instante , no outro acaba, como a vida, num momento surge uma vida, no momento morre uma vida.Amor e vida.Não , o amor é muito mais o que pensamos ou tentamos saber e interpretar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: admin</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-77</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 21:18:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=223#comment-77</guid>
		<description>Cara, Solange
Concordo em parte com suas colocações. De uma forma simplista, a respeito do assunto em pauta, considero que existem três tipos de teorias: as que já foram, de certa forma, atestadas através de práticas e experiências - nossas ou alheias, as com que até concordamos e das quais temos certa compreensão, mas não conseguimos, por diversas razões, colocá-las em prática, e aquelas que nos parecem completamente abstratas, cujas linhas de pensamento não temos condições de alcançar, em função de falta de experiência ou simplesmente porque com elas não concordamos. Logo, acredito que devamos ponderar bastante antes de rotular uma teoria de abstrata, não factível ou não provada, principalmente quando se trata de comportamento humano. Logo, uma possibilidade de filosofia de vida e prática que, na visão de alguns ou muitos, pode parecer puro devaneio, para aqueles que já a experimentaram e aplicaram em suas vidas, é algo perfeitamente factível e comprovado. E mesmo que alguns a tenham experimentado e não tenha dado certo, ainda assim não se pode concluir que ela seja uma falácia, pois as realidades, ousadias, percepções e permissões são bastante distintas entre as pessoas, entre os casais.
Concordo e discordo quando afirma que a realidade é a vida que nos mostra, assim como também nos ensina o que é o amor. Concordo por que ela está aí sim para nos ensinar o que é o amor, pois ele faz parte da natureza, dos seres humanos, animais, racionais, pensantes e emotivos que somos. Porém, discordo quando se afirma que esses aprendizados têm sido fato em nossa sociedade, pois somente alguns iluminados têm conseguido entender o que é esse sentimento em sua plenitude. A grande massa apenas tem observado/aprendido o que não é o amor, pois o verdadeiro amor entre casais é muito menos praticado do que as pessoas equivocadamente consideram. No entanto, perdidos, sentem-se impotentes e sem um norte para buscar viver um verdadeiro, pois ele exige mudanças radicais nas percepção e consideração dos fatores e comportamentos que poderiam realmente contribuir para que um relacionamento tenha qualidade e leveza enquanto durar... podendo até ser para sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, Solange<br />
Concordo em parte com suas colocações. De uma forma simplista, a respeito do assunto em pauta, considero que existem três tipos de teorias: as que já foram, de certa forma, atestadas através de práticas e experiências &#8211; nossas ou alheias, as com que até concordamos e das quais temos certa compreensão, mas não conseguimos, por diversas razões, colocá-las em prática, e aquelas que nos parecem completamente abstratas, cujas linhas de pensamento não temos condições de alcançar, em função de falta de experiência ou simplesmente porque com elas não concordamos. Logo, acredito que devamos ponderar bastante antes de rotular uma teoria de abstrata, não factível ou não provada, principalmente quando se trata de comportamento humano. Logo, uma possibilidade de filosofia de vida e prática que, na visão de alguns ou muitos, pode parecer puro devaneio, para aqueles que já a experimentaram e aplicaram em suas vidas, é algo perfeitamente factível e comprovado. E mesmo que alguns a tenham experimentado e não tenha dado certo, ainda assim não se pode concluir que ela seja uma falácia, pois as realidades, ousadias, percepções e permissões são bastante distintas entre as pessoas, entre os casais.<br />
Concordo e discordo quando afirma que a realidade é a vida que nos mostra, assim como também nos ensina o que é o amor. Concordo por que ela está aí sim para nos ensinar o que é o amor, pois ele faz parte da natureza, dos seres humanos, animais, racionais, pensantes e emotivos que somos. Porém, discordo quando se afirma que esses aprendizados têm sido fato em nossa sociedade, pois somente alguns iluminados têm conseguido entender o que é esse sentimento em sua plenitude. A grande massa apenas tem observado/aprendido o que não é o amor, pois o verdadeiro amor entre casais é muito menos praticado do que as pessoas equivocadamente consideram. No entanto, perdidos, sentem-se impotentes e sem um norte para buscar viver um verdadeiro, pois ele exige mudanças radicais nas percepção e consideração dos fatores e comportamentos que poderiam realmente contribuir para que um relacionamento tenha qualidade e leveza enquanto durar&#8230; podendo até ser para sempre.</p>
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		<title>Por: Solange</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-76</link>
		<dc:creator>Solange</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 16:03:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://elanuaecrua.com.br/?p=223#comment-76</guid>
		<description>Teorias , teorias e teorias, nada mais do que teorias.
A realidade, a prática , a vida é que nos mostra , nos ensina o que é o amor, o amor infinito,o amor verdadeiro, sincero, profundo , é no dia a dia que tudo isso vai se construindo,se consolidando, é no convívio que tudo isso é colocado à prova.Não é se o homem ou a mulher tem uma posição, dinheiro, independência  que vá garantir a qualidade da relação.Tudo depende de como as duas pessoas encaram os defeitos e qualidades mutuamente , a sociedade e a vida.
O amor, o respeito, o afeto e o carinho independe de como as pessoas são, se são românticas, realistas, reflexivas , intelectuais, ricas, bonitas, feias, ingênuas; no amor , no afeto e carinho num relacionamento não há lógica para que duas pessoas se unam , aprendam se amar, e compartilhem a vida juntos.
A felicidade, o amor é para todos,Senão vamos cair num mundo reacionário como sempre.O amor é  como um pássaro  pousa em qualquer terreno. 
Não podemos ser tão preconceituosos diante das relações , não somente de relações entre um homem e uma mulher, como em todas as relações ,entre jovens e adultos,  de amizade,etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Teorias , teorias e teorias, nada mais do que teorias.<br />
A realidade, a prática , a vida é que nos mostra , nos ensina o que é o amor, o amor infinito,o amor verdadeiro, sincero, profundo , é no dia a dia que tudo isso vai se construindo,se consolidando, é no convívio que tudo isso é colocado à prova.Não é se o homem ou a mulher tem uma posição, dinheiro, independência  que vá garantir a qualidade da relação.Tudo depende de como as duas pessoas encaram os defeitos e qualidades mutuamente , a sociedade e a vida.<br />
O amor, o respeito, o afeto e o carinho independe de como as pessoas são, se são românticas, realistas, reflexivas , intelectuais, ricas, bonitas, feias, ingênuas; no amor , no afeto e carinho num relacionamento não há lógica para que duas pessoas se unam , aprendam se amar, e compartilhem a vida juntos.<br />
A felicidade, o amor é para todos,Senão vamos cair num mundo reacionário como sempre.O amor é  como um pássaro  pousa em qualquer terreno.<br />
Não podemos ser tão preconceituosos diante das relações , não somente de relações entre um homem e uma mulher, como em todas as relações ,entre jovens e adultos,  de amizade,etc.</p>
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		<title>Por: ferreira</title>
		<link>http://elanuaecrua.com.br/amor-infinito.htm/comment-page-1#comment-60</link>
		<dc:creator>ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 02:34:54 +0000</pubDate>
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		<description>Queridos, o tema é muito rico e para mim, cheio de controvérsias. Temos várias formas de expor pensamentos com relação a união de dois seres, buscando uma suposta felicidade. Dentro desta perspectiva, nos deparamos com a realidade da conveniência das duas pessoas, seja por achar que gosta, seja pelo simples fato de mostrar algo para a sociedade. Vivenciamos uma farsa mútua.....eu quero.Tendo em vista estes fatos nos deparamos com a realidade de que &quot;nem sabemos o que queremos&quot; e isso é uma verdadeira merda psicológica. Geralmente nos decepcionamos, pois a nossa natureza nos contradiz. Eu como depoente, tive minhas experiências e acho que temos que aprender e nos valorizar, reconhecendo cada fragilidade do nosso próprio ser. Acho que amar é pronúncia certa como (RENÚNCIA); Abster-se de nós mesmos para alguém, e estamos longe disso.
Temos nossos desejos interiores e que se transformam a cada manhã. Hoje eu gosto, amanhâ, sei lá.
Na realidade temos que ter uma coisa simples e que é um &quot;foda maiúsculo&quot; (equilíbrio) e saber discernir o que é bom ou ruim, o que é certo ou errado:Temos que nos vigiar quanto as atitudes para que sejamos felizes por si só e exalar de nós o melhor.
Viver, pensar, estas são as palavras certas.
Beijo no coração de todos......somos frágeis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos, o tema é muito rico e para mim, cheio de controvérsias. Temos várias formas de expor pensamentos com relação a união de dois seres, buscando uma suposta felicidade. Dentro desta perspectiva, nos deparamos com a realidade da conveniência das duas pessoas, seja por achar que gosta, seja pelo simples fato de mostrar algo para a sociedade. Vivenciamos uma farsa mútua&#8230;..eu quero.Tendo em vista estes fatos nos deparamos com a realidade de que &#8220;nem sabemos o que queremos&#8221; e isso é uma verdadeira merda psicológica. Geralmente nos decepcionamos, pois a nossa natureza nos contradiz. Eu como depoente, tive minhas experiências e acho que temos que aprender e nos valorizar, reconhecendo cada fragilidade do nosso próprio ser. Acho que amar é pronúncia certa como (RENÚNCIA); Abster-se de nós mesmos para alguém, e estamos longe disso.<br />
Temos nossos desejos interiores e que se transformam a cada manhã. Hoje eu gosto, amanhâ, sei lá.<br />
Na realidade temos que ter uma coisa simples e que é um &#8220;foda maiúsculo&#8221; (equilíbrio) e saber discernir o que é bom ou ruim, o que é certo ou errado:Temos que nos vigiar quanto as atitudes para que sejamos felizes por si só e exalar de nós o melhor.<br />
Viver, pensar, estas são as palavras certas.<br />
Beijo no coração de todos&#8230;&#8230;somos frágeis.</p>
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