Sou um homem comum. Tenho 40 anos, separado, carioca e moro no Rio de Janeiro.
Estou ciente da ousadia da minha proposta e sei que esta se torna ainda mais intrépida pelo fato de eu não ter formação acadêmica em Psicologia, o que, talvez, na visão de algumas pessoas, fosse necessário para legitimar o meu trabalho. Porém, não estou preocupado com as críticas daqueles que poderão vir a “exigir” um canudo como prova de minha competência para tratar dos assuntos aqui abordados, pois a legitimação das minhas filosofias já vem ocorrendo há muito tempo, através dos retornos positivos que tenho conseguido de mulheres e esposas comuns com quem tenho conversado e que tiveram acesso à vários trechos do meu livro ainda não lançado, chamado Paridade Sexual, além de amigas psicólogas que muito têm me incentivado a levar à frente este trabalho. Minha escola? A mais eficaz e eficiente de todas: a vida. Meus professores? Todas as mulheres e casais com quem mantive e mantenho contato. Pelo menos a mim, a maioria deles tem ensinado coisas preciosas, com uma incrível didática, sem teorias e com muita prática, quando os observo aceitando o inaceitável, omitindo o que deveria ser assumido e lamentando em segredo as agruras da relação.
Tenho alguns casamentos como bagagem didática (desnecessário mencionar quantos). Todos foram ótimos e um melhor do que o outro. Pessoas maravilhosas passaram pela minha vida, com as quais dividi o mesmo teto por alguns anos. Minha última esposa, por exemplo, é uma pessoa espetacular, ímpar. Caso voltasse no tempo, manteria o mesmo traçado que o destino me presenteou, desde o meu primeiro casamento. Apesar de minha filosofia de vida ser existencialista , não sou cético e não possuo trauma algum de relacionamentos a dois. Cresci como ser pensante em todos eles, quando me ensinaram alguns prazeres da vida conjugal, assim como também em quais situações e sob quais preceitos não devo mais permitir que ocorram em minha vida, a fim de que eu possa viver o(s) próximo(s) com mais qualidade ainda.
Após longo tempo refletindo sobre polêmicas questões acerca da sexualidade feminina e sobre o seu arquétipo comportamental, notei que as lentes que eu usava para observar e tentar entender a mulher eram completamente inadequadas, proporcionando-me nada mais do que turvas imagens, com baixíssimas transparências. Percebi o esforço insano e desnecessário que fazia para tentar entender o famoso e misterioso mundo feminino, como se as fêmeas realmente fossem alienígenas venusianas. Como fui bobo. A resposta sempre esteve, não ao meu lado, mas dentro de mim: resguardadas e respeitadas algumas particularidades e diferenças, a essência feminina é igual à minha. Comecei a observar minha ânsia de liberdade, de livre arbítrio, de ser respeitado, desejos, fantasias, curiosidades, de viver, e bastou projetar na fêmea. Bingo! Não é que deu certo?
Sinto-me demais orgulhoso ao externar o quanto passei a respeitar e compreender a alma feminina - processo este que continua em curso e espero que tão cedo não acabe, pois o caminho está sendo imensamente prazeroso. Quero ser respeitado e compreendido. Já que descobri que somos iguais, nada mais justo do que oferecer o mesmo à ela. E com cernes tão semelhantes, ao desvendá-la, estou me desvendando também, e vice-versa.
Ao me permitir compreender, aceitar e respeitar a essência feminina, sinto-me mais integrado às energias da natureza, mais leve, livre, terra, instinto sem culpa. Medos e angústias criados “em laboratório”, durante milênios, com propósitos tendenciosos e manipuladores, têm sido gradualmente dissipados do meu eu. Cada vez mais, tenho respirado liberdade. Chega a ser um processo orgástico.
Considero-me um inquieto e crítico pensador dos relacionamentos heterossexuais, distinguindo, claramente, as relações românticas (a grande maioria) das relações verdadeiras (muito poucas). Por enquanto, voltei minha atenção para as relações entre homem e mulher apenas devido à escolha de um foco inicial, restrição de tempo mesmo. As relações homossexuais, quem sabe, podem ser objeto de estudos futuros. Porém, sou levado a crer que estas também se encontram debaixo do mesmo guarda-chuva cultural que rege os primeiros, pois, apesar de não ser conhecedor de suas intimidades, percebo a existência das mesmas buscas e frustrações, mesmos sentimentos de posse e necessidades de controle.
Sem me estender mais - até porque eu não devo nem quero ser o centro de vossas atenções, mas somente minhas experiências e reflexões devem tomar esse lugar, concluo dizendo que este trabalho é fruto da soma das experiências adquiridas nos relacionamentos com todas as mulheres que passaram pela minha vida, conversas com amigas e depoentes e profundas observações dos comportamentos femininos de um modo geral - casadas e solteiras, inclusive minha mãe, irmã, tias, primas, etc.
Um brinde à Paridade Sexual!
Impressionada! Seria este um homem pós-moderno? Aquele se vê no outro gênero e se reconhece? A crença de sermos iguais pode mudar todos os conceitos que regem as relações atuais. Um brinde à busca da Paridade Sexual!
Meu anjo,
Estou com saudades de vc.
Meu cel apagou, e junto foi vários números…
Inclusive o seu.
Me ligue.
Estou roxa de saudades rsss
Beijos
Tenha um lindo dia.
Sarah.
Ah.. Existe a possibilidade de vc não ter mais o meu número rsss 8246 0913
bjsssssss
Olá!
Você é ousado, meu prezado.
E quem sabe, é dessa ousadia que estamos necessitando, socialmente falando-se?
Por mim, vá em frente.
E conte comigo no que puder auxiliá-lo nessa investida.
RomeroMarcius
http://www.paineldecontrole.blogspot.com